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Post: PureVPN no Linux: pesquisador encontra problemas de segurança e anonimato - Against Invaders - Notícias de CyberSecurity para humanos.


<div> <div data-element_type="widget" data-id="914a4f5" data-widget_type="shortcode.default"> <div> <div> <p><span><b><a href="https://www.redhotcyber.com/post/author/redazione/" target="_blank">Redazione RHC</a>:22 Setembro 2025 21:12</b></span></p> <p>Um pesquisador independente chamado Andreas, que dirige o blog <strong>Anagogistis</strong> , <a href="https://anagogistis.com/posts/purevpn-ipv6-leak/" target="_blank">descobriu</a> vulnerabilidades graves em <strong>Clientes Linux da Pure VPN</strong> esse compromisso <em>anonimato b&aacute;sico e seguran&ccedil;a de tr&aacute;fego.</em> Os problemas afetam tanto o <em>vers&otilde;es gr&aacute;ficas (2.10.0) e de console (2.0.1). Ambos foram testados no Ubuntu 24.04.3 LTS.</em></p> <p>A principal vulnerabilidade surge porque, ao se reconectar ao Wi-Fi ou acordar o sistema do modo de suspens&atilde;o, <strong>o verdadeiro endere&ccedil;o IPv6 do usu&aacute;rio se torna vis&iacute;vel.</strong> No cliente de console com o recurso Internet Kill Switch ativado, o servi&ccedil;o relata automaticamente a retomada da conex&atilde;o, mas durante esse tempo o sistema recebe rotas IPv6 via An&uacute;ncio de Roteador, <strong>fazendo com que os pacotes ignorem o t&uacute;nel VPN.</strong> Como a pol&iacute;tica ip6tables permanece ACCEPT por padr&atilde;o, o tr&aacute;fego sai do computador diretamente.</p> <p>O cliente gr&aacute;fico apresenta um risco ainda maior. Quando a conex&atilde;o &eacute; interrompida, ele bloqueia corretamente o IPv4 e exibe uma notifica&ccedil;&atilde;o de perda de sess&atilde;o, mas o tr&aacute;fego IPv6 continua a fluir sem restri&ccedil;&otilde;es at&eacute; que o usu&aacute;rio clique manualmente no bot&atilde;o Reconectar. <strong>Isso deixa um atraso significativo durante o qual os dados s&atilde;o transmitidos para a Internet aberta.</strong></p> <p>Igualmente perigoso &eacute; o <em>Tratamento de firewall pelo cliente</em> Configura&ccedil;&otilde;es. Ao estabelecer uma conex&atilde;o VPN, ele apaga completamente a configura&ccedil;&atilde;o existente do iptables, define INPUT como ACCEPT e exclui regras personalizadas, incluindo <em>UFW, Cadeia do Docker</em> e suas pr&oacute;prias pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a. Depois que a conex&atilde;o VPN for encerrada, <em>Essas altera&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o revertidas, deixando o sistema mais vulner&aacute;vel do que antes da conex&atilde;o.</em></p> <p>O especialista que identificou os problemas <em>enviou relat&oacute;rios detalhados e v&iacute;deos de demonstra&ccedil;&atilde;o para a PureVPN por meio do programa de divulga&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidades da empresa no final de agosto de 2025.</em> No entanto, por tr&ecirc;s semanas, o servi&ccedil;o n&atilde;o respondeu ou forneceu aos usu&aacute;rios informa&ccedil;&otilde;es sobre os riscos.</p> <p>Na pr&aacute;tica, isso significa que <em>Os usu&aacute;rios do cliente PureVPN Linux podem acessar sites habilitados para IPv6 ou enviar e-mails com a confian&ccedil;a de que a VPN est&aacute; funcionando, mesmo que seu endere&ccedil;o real j&aacute; tenha sido divulgado ao provedor</em> . A presen&ccedil;a simult&acirc;nea de uma falha IPv6 e regras de firewall corrompidas indica uma viola&ccedil;&atilde;o fundamental dos princ&iacute;pios fundamentais de seguran&ccedil;a nos quais se baseia a confian&ccedil;a nos servi&ccedil;os VPN.</p> <div> <div> <div> <div> <p><b><span>Reda&ccedil;&atilde;o</span></b><br /><span>A equipe editorial da Red Hot Cyber &eacute; composta por um grupo de indiv&iacute;duos e fontes an&ocirc;nimas que colaboram ativamente para fornecer informa&ccedil;&otilde;es e not&iacute;cias antecipadas sobre seguran&ccedil;a cibern&eacute;tica e computa&ccedil;&atilde;o em geral.</span></p> <p><a href="https://www.redhotcyber.com/post/author/redazione/" target="_blank">Lista degli articoli</a></p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </div></div>