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Post: O primeiro malware ‘MalTerminal’ alimentado por IA usa OpenAI GPT-4 para gerar código – InfoSecBulletin


<div> <div> <p>O malware orientado por IA chamado &lsquo;MalTerminal&rsquo; utiliza o GPT-4 da OpenAI para criar c&oacute;digos prejudiciais como ransomware e shells reversos, indicando uma grande mudan&ccedil;a na cria&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de amea&ccedil;as. A descoberta fez parte da pesquisa &ldquo;LLM-Enabled Malware In the Wild&rdquo; da SentinelLABS apresentada na confer&ecirc;ncia de seguran&ccedil;a LABScon 2025.</p> <p><em><strong>PromptLock: uma prova de conceito acad&ecirc;mica:</strong></em></p> <p>Em agosto de 2025, a ESET <a href="https://infosecbulletin.com/ai-pentesting-tool-villager-merges-kali-linux-with-deepseek-ai-for-automated-attacks/" target="_blank"><em><strong>fundar</strong></em></a> PromptLock, inicialmente identificado como o primeiro ransomware com intelig&ecirc;ncia artificial. Mais tarde, foi revelado que era uma prova de conceito por pesquisadores da NYU para mostrar os riscos de tais amea&ccedil;as.</p> <p>O PromptLock, escrito em Golang, opera localmente na m&aacute;quina da v&iacute;tima usando a API Ollama, ao contr&aacute;rio do MalTerminal, que usa uma API baseada em nuvem.</p> <p>Com base em prompts predefinidos, o PromptLock gera scripts Lua maliciosos em tempo real, tornando-o compat&iacute;vel com Windows, Linux e macOS.</p> <p>O malware detecta o tipo de sistema infectado &ndash; computador pessoal, servidor ou controlador industrial &ndash; e decide por conta pr&oacute;pria se deseja exfiltrar ou criptografar dados com o algoritmo de criptografia SPECK de 128 bits.</p> <p><em><strong>MalTerminal descoberto:</strong></em></p> <p>Pesquisadores do SentinelLABS <a href="https://www.sentinelone.com/labs/prompts-as-code-embedded-keys-the-hunt-for-llm-enabled-malware/" target="_blank"><em><strong>descoberto</strong></em></a> Malware habilitado para LLM durante o projeto de pesquisa PromptLock. Eles se concentraram em artefatos espec&iacute;ficos da integra&ccedil;&atilde;o do LLM, em vez de c&oacute;digo malicioso conhecido.</p> <p>A equipe criou regras YARA para encontrar chaves de API codificadas e estruturas de prompt comuns em bin&aacute;rios. Esse m&eacute;todo detectou efetivamente scripts Python suspeitos e um execut&aacute;vel do Windows chamado MalTerminal.exe.</p> <p>A an&aacute;lise mostra que o malware usa um endpoint de API OpenAI desatualizado, indicando que foi desenvolvido antes de novembro de 2023, tornando-o a amostra mais antiga conhecida desse tipo.</p> <p>O MalTerminal &eacute; um gerador de malware que permite aos usu&aacute;rios criar &lsquo;Ransomware&rsquo; ou um &lsquo;Reverse Shell&rsquo;. Quando executado, ele solicita que a API GPT-4 gere o c&oacute;digo Python malicioso relevante.</p> <p>Esse m&eacute;todo impede que o c&oacute;digo malicioso seja armazenado no bin&aacute;rio inicial, permitindo que ele evite a detec&ccedil;&atilde;o por an&aacute;lise est&aacute;tica e ferramentas baseadas em assinatura.</p> <p>A pesquisa encontrou scripts relacionados, como vers&otilde;es anteriores (TestMal2.py) e uma ferramenta defensiva chamada &lsquo;FalconShield&rsquo;, que parece ser um scanner de malware experimental feito pelo mesmo autor.</p> <p>Malwares como MalTerminal e PromptLock apresentam um novo desafio para a seguran&ccedil;a cibern&eacute;tica. Sua capacidade de criar c&oacute;digo malicioso exclusivo para cada execu&ccedil;&atilde;o complica a detec&ccedil;&atilde;o e a an&aacute;lise.</p> <p>No entanto, esse tipo emergente de malware vem com suas pr&oacute;prias vulnerabilidades. Sua depend&ecirc;ncia de APIs externas, modelos locais e prompts codificados abre novos caminhos para os defensores explorarem.</p> <p>Se uma chave de API for revogada ou um modelo for bloqueado, o malware n&atilde;o funcionar&aacute;. Embora o malware habilitado para LLM ainda seja experimental, esses casos destacam a necessidade de os defensores se adaptarem, concentrando-se na detec&ccedil;&atilde;o do uso malicioso de APIs e atividades incomuns de prompts.</p> </div></div>