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Post: Europol pede leis de dados mais fortes para combater o crime cibernético - Against Invaders - Notícias de CyberSecurity para humanos.
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<p>Os criminosos estão explorando criptografia, anonimização e novas tecnologias mais rapidamente do que os reguladores e as autoridades podem se adaptar, criando um desafio crítico no acesso a dados para investigações.</p>
<p>Este aviso foi proferido na 4ª Conferência Anual de Crimes Cibernéticos da Europol 2025, realizada na semana passada na sede da Europol em Haia.</p>
<p>O evento reuniu cerca de 500 participantes de todo o mundo para examinar um dos dilemas centrais na aplicação da lei moderna: como equilibrar o acesso legal aos dados com a proteção da privacidade e dos direitos digitais.</p>
<p>“Na Conferência de Crimes Cibernéticos deste ano, estamos enfrentando um dos dilemas definidores do nosso tempo: os dados como impulsionadores da inovação e a força vital da criminalidade moderna”, disse a diretora executiva da Europol, Catherine De Bolle.</p>
<p>“Quando as evidências digitais permanecem fora de alcance, as crianças não são identificadas, os planos terroristas avançam sem serem detectados e o crime organizado prospera nas sombras.”</p>
<h2>Comissária da UE apela a uma cooperação reforçada</h2>
<p>Magnus Brunner, comissário europeu para assuntos internos e migração, fez o discurso principal, enfatizando a urgência de uma resposta europeia coordenada.</p>
<p>“O crime cibernético não conhece fronteiras”, disse Brunner.</p>
<p>“Para proteger as pessoas e as empresas na UE, devemos integrar a segurança em todas as nossas políticas, fortalecer o mandato da Europol e garantir o acesso legal aos dados.”</p>
<p>Sob o tema “Dissecando os desafios de dados nas linhas de frente digitais”, o evento de dois dias explorou como o crescente volume de informações digitais está remodelando as investigações de crimes cibernéticos e os debates regulatórios.</p>
<p><a href="https://www.infosecurity-magazine.com/news/europol-creates-violenceasaservice/" target="_blank"><em>Leia mais sobre as iniciativas de crimes cibernéticos e estratégias de acesso a dados da Europol: Europol cria força-tarefa “Violência como serviço”</em></a></p>
<h2>Principais questões e operações destacadas</h2>
<p>Os delegados examinaram cinco áreas críticas que moldam o cenário cibernético atual:</p>
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<p>Equilibrando acesso e privacidade na vida diária e estratégia global</p>
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<p>Melhorar a partilha de dados transfronteiras através de parcerias</p>
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<p>Atualizando as leis para corresponder à rápida mudança tecnológica</p>
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<p>Promoção da diplomacia cibernética entre governos e indústria</p>
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<p>Desenvolvimento de estratégias de prevenção baseadas em tecnologias emergentes</p>
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<p>A conferência apresentou estudos de caso como a Operação Eastwood, que <a href="https://www.infosecurity-magazine.com/news/prorussian-cybercrime-network/" target="_blank">interrompeu a atividade hacktivista pró-Rússia</a> visando a infraestrutura europeia e a Operação Ratatouille, que levou à prisão de um suposto administrador de uma importante plataforma de crimes cibernéticos de língua russa.</p>
<h2>Fortalecimento da resiliência digital</h2>
<p>A conferência seguiu um workshop com as Equipes Nacionais de Resposta a Incidentes de Segurança Informática (CSIRTs), co-organizado com a Agência da União Europeia para Segurança Cibernética (ENISA).</p>
<p>A sessão enfatizou a cooperação técnica e o compartilhamento de informações entre órgãos nacionais e europeus.</p>
<p>Agora em seu quarto ano, a Conferência de Crimes Cibernéticos da Europol tornou-se um espaço para formuladores de políticas, investigadores e representantes da indústria trocarem perspectivas sobre ameaças cibernéticas, estruturas legais e as implicações mais amplas do acesso a dados em um mundo interconectado.</p>
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