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Post: Aisuru Botnet combina recorde de 11,5 tbps ddos ​​ataque com 300.000 roteadores seqüestrados - Against Invaders - Notícias de CyberSecurity para humanos.


<div> <div> <p>O rec&eacute;m-identificado Botnet Aisuru, alavancando cerca de 300.000 roteadores comprometidos em todo o mundo, foi identificado como a for&ccedil;a por tr&aacute;s de um ataque de 11,5 TBPS distribu&iacute;do (DDoS), que desvie o recorde em setembro de 2025. </p> <p>Esse ataque sem precedentes eclipsa o pico anterior de 5,8 Tbps visto no in&iacute;cio do ano e ressalta uma escalada perigosa em escala e sofistica&ccedil;&atilde;o de botnet.</p> <p>Primeiro <a href="https://blog.xlab.qianxin.com/super-large-scale-botnet-aisuru-en/" rel="noreferrer noopener nofollow" target="_blank">divulgado</a> Por XLAB em agosto de 2024, Aisuru ressurgiu em mar&ccedil;o de 2025, quando o sistema de insight e an&aacute;lise de amea&ccedil;as cibern&eacute;ticas da XLAB (CTIA) come&ccedil;ou a capturar amostras novas. </p> <p>De acordo com um insider an&ocirc;nimo, o grupo &eacute; liderado por tr&ecirc;s operadores com codinome Snow (Desenvolvimento de Botnet), Tom (Pesquisa de Vulnerabilidade) e Forky (vendas de botnet). </p> <p>Em abril de 2025, Tom orquestrou o compromisso de um servidor de atualiza&ccedil;&atilde;o de firmware do roteador Totolink, plantando um script malicioso (T.SH) que redirecionou os dispositivos para baixar o malware aisuru. </p> <p>Dentro de semanas, a botnet aumentou os 100.000 n&oacute;s, chegando a aproximadamente 300.000 roteadores infectados em todo o mundo.</p> <p>A CTIA do XLAB oferece forte visibilidade &agrave; infraestrutura da Aisuru, abrangendo a coleta de amostras, comando e controle <a href="https://gbhackers.com/raspberry-robin-tor-c2-server/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Servidores C2</a>e ataque de telemetria. </p> <p>Refer&ecirc;ncia cruzada Capturas de tela vazadas do painel de gerenciamento de botnet-apresentando mais de 30.000 n&oacute;s chineses entre 300.000 totais-e os registros de mitiga&ccedil;&atilde;o de Cloudflare ajudaram a validar as reivindica&ccedil;&otilde;es do membro privilegiado e a estabelecer a culpabilidade de Aisuru em v&aacute;rios ataques recordes.</p> <h2 id="propagation-and-attack-statistics"><strong>Estat&iacute;sticas de propaga&ccedil;&atilde;o e ataque</strong></h2> <p>As amostras de Aisuru exploram uma variedade diversificada de vulnerabilidades para se propagar. Enquanto a maioria das infec&ccedil;&otilde;es se espalhou por falhas de &ldquo;n do dia n&rdquo;, o botnet continua a alavancar um dia zero nos roteadores CNPILOT da Cambium Networks observados pela primeira vez em junho de 2024. </p> <p>Rose para 672.588 globalmente dentro de um m&ecirc;s, provando que a campanha de infec&ccedil;&atilde;o do grupo Aisuru foi muito bem -sucedida.</p> <p>As vulnerabilidades abordadas incluem CVE-2017-5259 (CAMBiumNetworks), CVE-2023-28771 (dispositivos Zyxel), CVE-2023-50381 (Realtek Jungle SDK) e numerosas falhas de DVR e gateway datando de 2013. </p> <p>Essa ampla tela de vulnerabilidade permite que o AISURU se infiltre um amplo espectro de dispositivos de roteador e IoT.</p> <p>Os dados de ataque revelam campanhas di&aacute;rias de DDOs direcionadas a centenas de organiza&ccedil;&otilde;es na China, Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Hong Kong sem vi&eacute;s discern&iacute;vel do setor. </p> <p>Notavelmente, Aisuru conduziu um ataque de 5,8 tbps que<a href="https://gbhackers.com/hackers-exploit-cloudflare/" rel="noreferrer noopener" target="_blank"> Cloudflare </a>Mitigado em abril e depois aumentou at&eacute; 11,5 TBPs em setembro, ampliando o tr&aacute;fego atrav&eacute;s de t&uacute;neis GREs configurados em quatro IPs C2 (151.242.2.22-25) e os dispositivos seq&uuml;estrados em todo o mundo.</p> <h2 id="technical-insights-and-evasion-techniques"><strong>Insights t&eacute;cnicos </strong></h2> <p>A an&aacute;lise da amostra de Bot da vers&atilde;o 2 da Aisuru exp&otilde;e medidas avan&ccedil;adas de anti-an&aacute;lise e evas&atilde;o. </p> <p>Na startup, os malware digitalizam nomes de processos e identificadores de hardware &ndash; por exemplo, &ldquo;Wireshark&rdquo;, &ldquo;<a href="https://gbhackers.com/virtualbox-7-2-adds-windows-11-arm-vm-support/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">VirtualBox</a>&rdquo;E&ldquo; qemu &rdquo;-e sai se detectado para impedir a inspe&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica. Desativa o OOM Killer do Linux escrevendo&ldquo; -1000 &rdquo;para <code>/proc/self/oom_score_adj</code>garantindo a execu&ccedil;&atilde;o persistente mesmo sob press&atilde;o da mem&oacute;ria. </p> <p>Para resistir &agrave;s t&aacute;ticas rivais de &ldquo;matar&rdquo;, os mapas bin&aacute;rios compartilhavam bibliotecas de <code>/lib/</code>renomear -se para <code>libcow.so</code>e ofusca seu nome de processo como daemons comuns como &ldquo;telnetd&rdquo; e &ldquo;dhclient&rdquo;.</p> <p>As rotinas de criptografia tamb&eacute;m divergem das implementa&ccedil;&otilde;es padr&atilde;o. O algoritmo RC4 modificado da AISURU emprega uma chave fixa (&ldquo;Pjbinbbeasdddfsc&rdquo;), apresenta perturba&ccedil;&otilde;es personalizadas durante a inicializa&ccedil;&atilde;o e integra um processo de gera&ccedil;&atilde;o de teclas sob medida que combina mudan&ccedil;as de estado baseado em sementes com opera&ccedil;&otilde;es bit-sise. </p> <p>Essa variante descriptografa seq&uuml;&ecirc;ncias de comando e chaves de comunica&ccedil;&atilde;o muito mais resilientemente do que a baunilha RC4, como demonstrado por uma mensagem de p&oacute;s-decre&ccedil;&atilde;o provocada incorporada na amostra.</p> <p>A extra&ccedil;&atilde;o C2 mant&eacute;m o m&eacute;todo legado de decodificar registros TXT via XOR (abandonando o uso anterior do Chacha20), dividindo as cordas descriptografadas em &lsquo;|&rsquo; | e &lsquo;,&rsquo; para enumerar subdom&iacute;nios. </p> <p>As compila&ccedil;&otilde;es recentes tamb&eacute;m incorporam um m&oacute;dulo de teste de velocidade de rede opcional-os pontos de extremidade do teste de velocidade-para relatar m&eacute;tricas de desempenho do n&oacute; de volta ao C2, facilitando o recrutamento de proxies de alta largura de banda para campanhas futuras.</p> <p>O r&aacute;pido crescimento, propaga&ccedil;&atilde;o multi-vetor de Aisuru e t&eacute;cnicas sofisticadas de evas&atilde;o o posicionam como uma das botnets mais formid&aacute;veis &#8203;&#8203;da hist&oacute;ria. </p> <p>As equipes de seguran&ccedil;a devem priorizar as vulnerabilidades de roteador conhecidas, monitorar o estabelecimento an&ocirc;malo do t&uacute;nel GRE e examinar as anomalias registradas do DNS-TXT para detectar e interromper as opera&ccedil;&otilde;es da Aisuru.</p> <p><strong>Encontre esta hist&oacute;ria interessante! 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